segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano de Aula - Espaço e forma, link PPT



1 - Plano de Aula – Espaço e Forma
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 2 -  Grupo 2 da Turma 367 da 1ª edição do MGME

Deise Aparecida Theodoro
Tutora: Sharon Rigazzo Flores


3 - Este plano de aula foi realizado após análise da questão 24

Questão 24: Para diminuir os custos na construção de um curral, Solange resolveu diminuir igualmente as dimensões de seu projeto. No original, o curral possuía as seguintes dimensões: 12m X 20m e será re-projetado para que sua nova área seja de 128m2. Quais deverão ser as novas dimensões (em metros) do curral de Solange
          

4 -Bloco Temático
 (Tema , Eixo temático)
·         Tema 1: Números (Equações do 2º Grau)
·         Tema 2: Espaço e Forma
·         Tema 3: Grandezas e Medidas (Áreas,volumes e proporcionalidades)


5 - Objetivo: (Competências e Habilidades)

·         Calcular área de polígonos de diferentes tipos, com destaque para os polígonos regulares.
·         Reconhecer a modificação – redução de medidas dos lados de figuras poligonais
·          Resolver problemas que envolvam equações do 2º grau, saber utilizá-las em contextos práticos

6 - Justificativa (Por que)

·         Levar o aluno a compreender a linguagem algébrica na representação de situação problema geométricos e expressar situações envolvendo equações do 2º grau na forma algébrica
·         Utilizar a linguagem algébrica para exprimir a área de uma figura plana
·         Capacidade de interpretar enunciados, transpor idéias relacionadas à álgebra para a geometria
·         Familiaridade com a linguagem e as operações algébricas

7 – Procedimentos  Metodológicos
(Estratégias, Metodologia – Como)

·         Apresentação de uma coleção de exercícios exemplares que exploram diferentes contextos de aplicações sobre o tema.

·         Compor e decompor figuras planas, resolução de situações problema.
·         Exercícios - Transposição da representação geométrica para a algébrica, Caderno do aluno 9º ano volume 2, pagina 2, exercício 5b

·         Exercício 19, página 18 item a, b, c e d

·         Trabalho em grupo:
  1. Dividir a turma e apresentar os problemas aos grupos.
  2.  Sugerir aos grupos que discutam a questão e procurem uma estratégia para resolvê-lo.
  3. Acompanhar as discussões de cada grupo orientando-as com sugestões apresentadas na forma de perguntas tais como:
  • Quais são os dados do problema?
  •  O que o problema está pedindo?
  •  O que é preciso calcular para responder a pergunta formulada no problema?
  • Como relacionar o que é preciso calcular com os dados do problema?
  • Faça uma figura do curral e represente um dos lados por (medida - x). Nesse caso, como relacionar a medida do outro lado com a área do curral?

8 - Recursos Materiais e Tecnológicos

·         Utilização da sala de informática para a realização de atividades
·         Caderno do Aluno
·         Malha quadriculada
·         Caixas (embalagens)
·         Livro Didático
·         Tangran

·         Narrativas:
Atividades e Jogos com área e volume – Marion Smoothey – Editora Scipione
As mil e uma equações – Ernesto Rosa Neto - Editora Ática

9 - Avaliação

·         Observação do professor pela realização das atividades propostas.
·         Avaliação escrita para a análise de erros e através desta, planejar a intervenção adequada para auxiliar o aluno.
·         Situações que envolvam a identificação da base e da altura de retângulos, a partir de objetos concretos

 10 -Recuperação

·         Revisão do conteúdo com auxílio de alunos monitores e do professor auxiliar (PA)
·         Correção da avaliação escrita com a intenção de cada aluno identificar os erros cometidos
·         Manipulação de objetos sólidos
·         Construção de figuras através de malhas

·       
        Cada dificuldade levantada na sondagem deverá ser trabalhada com algum tipo de atividade prática auxiliando na compreensão das atividades e na validação da superação das dificuldades descritas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Mais depoimentos...

APARICIO JOSE RODRIGUES FILHO

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
Minha experiência com a Leitura também começou cedo, por volta dos 12 anos, clássicos da Editora Ática como o Caso da Borboleta Atíria, Escaravelho do Diabo, e muitos outros da Série Vagalume, fizeram parte de minha caminhada e tantos outros como Vidas Secas, Jubiabá, Terras do Sem Fim, etc. Além de outros mais atuais...

CARLOS ALEXANDRE ROCHA CAPELLO
A leitura deve ser pelo que se gosta, não apenas para desenvolvermos nossas capacidades leitoras, mas também para nos enriquecermos.
Recordo que na escola iniciei a ler livros infantis com estorinhas que  iam da fantasia a realidade, a professora cobrava em uma prova basicamente a interpretação, em casa eu preferia as revista em quadrinhos e meus colegas na escola também. Nos últimos anos do ensino fundamental e no ensino médio nos deparamos com a literatura e foi então que me deparei com o algo chato e que fazia apenas por que era cobrado.
Com o tempo descobri que não precisa devorar romances para ser um leitor, meu estilo se da pelo que gosto, revistas, jornais, assuntos diversos e adoro filosofia. 

DALMO DE CASTRO MORAES

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
No antigo ginasial que ia do sexto ao nono ano, li vários livros a pedido da professora de português, entre eles poderia citar: O cachorrinho samba, O cachorrinho samba na floresta, O mistério do cinco estrelas, A ilha perdida, O menino do dedo verde, A montanha encantada, entre outros. Foi muito bom para aquela época, hoje estamos na era da velocidade, a resposta tem que está a poucas paginas, dentro de um livro tem que ter vários livros.

EDEN CARLOS DE SOUZA

Quando criança nunca fui muito de ler. Meus inesquecíveis professores do fundamental I liam uma obra em cada bimestre, como relata Nilton J. Machado, a professora lia, contava, e nós escrevíamos após o que entendíamos. Não me esqueço do livro Cem Noites Tapuias - Série Vaga lume. Me sentia um tapuia, minha mente galgava naquele depoimento de lindas palavras e estrofes. Ainda assim, lia quando necessário e para as provas. Na faculdade, perdemos horas e horas com lemas, corolários definições e demonstrações tão abstratas que às vezes me sentia um bixo em primeiro dia de aula com aquela divertida aula trote praticada pelos veteranos. Agora, depois que comecei a lecionar leio muito mais, pois fui concurseiro e li quase tudo já em matéria de concurso. Já escrever, gosto muito e preciso sempre estar treinando o português, matéria que nunca foi muito de meu agrado e feitio. É isso aí! 

DEPOIMENTOS DE LEITURA E ESCRITA

 DEISE APARECIDA THEODORO
No meu aniversário de sete anos, ganhei um livro e um estojo de madeira também no formato de livro, era marchetaria lá de Campos de Jordão. Minha mãe foi quem me apresentou o alfabeto, mas o que ela mais gostava de ensinar mesmo, eram os números. Vocês não imaginam o meu desespero de aprender a ler, contemplava as pessoas que estavam lendo e pedia para que lessem alto, era como estar faminta diante de uma máquina de churrasco grego ou aquelas máquinas de assar frango, eu ficava imaginando como é essa magia de juntar letras, formar palavras e escrever uma história.

Que alegria, aprendi a ler!


Um belo dia, vendedores visitaram nosso bairro e deixaram uma coleção de fábulas e outra de assuntos gerais em minha casa para apreciação, o combinado era depois de uma semana retornarem para concretizar a venda. Devido às condições financeiras da época, sabia que meus pais não poderiam ficar com a coleção então, li todos os livros e pulava de alegria ao chegar da escola e minha mãe dizer: os vendedores ainda não vieram. Bem, a oportunidade era única, deu tempo de ler tudo, mas chorei, quando retiraram os livros. Meu pai sempre que podia, trazia a Revista Recreio ou o Gibi da Mônica e na escola, tínhamos      um caderno de Composição que todas as sextas feiras levávamos para casa com a incrível missão de ser, escritores por um dia. Certa vez, a atividade foi durante a aula e então para que minha mãe pudesse pelo menos ouvir o que escrevi, calquei a caneta e quando cheguei fui logo pegando o caderno e lendo, ela gostou muito, mas ficou mais admirada quando olhou o caderno e não tinha nada escrito, rimos muito, ela me abraçou, agradeceu e disse, estou sem palavras. Ter alguém que valorize, que tenha tempo para interagir com as produções dos alunos, faz toda a diferença!

Texto de Abertura

Este Blog foi criado pelo grupo II da turma 367 do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino de 2013, faz parte de um programa de formação a distancia de educadores, a princípio para troca de  experiências entre nós  e estimular o uso dessa eficaz ferramenta.

 “A curiosidade dos alunos aliado ao nosso empenho causarão resultados extraordinários.  Usando linguagem coloquial os blogs viram uma ferramenta pedagógica valiosa. Eles são capazes  de  aproximar aluno e professor ainda distantes na escola tradicional” afirma Betina Von  Staa, coordenadora da pesquisa da divisão  de portais educacionais da Positivo informática.

Convidamos a todos  a participarem , seja dando sua  opinião ou divulgando suas experiências.