terça-feira, 11 de junho de 2013

Mais depoimentos...

APARICIO JOSE RODRIGUES FILHO

http://efp-ava.cursos.educacao.sp.gov.br/p
Minha experiência com a Leitura também começou cedo, por volta dos 12 anos, clássicos da Editora Ática como o Caso da Borboleta Atíria, Escaravelho do Diabo, e muitos outros da Série Vagalume, fizeram parte de minha caminhada e tantos outros como Vidas Secas, Jubiabá, Terras do Sem Fim, etc. Além de outros mais atuais...

CARLOS ALEXANDRE ROCHA CAPELLO
A leitura deve ser pelo que se gosta, não apenas para desenvolvermos nossas capacidades leitoras, mas também para nos enriquecermos.
Recordo que na escola iniciei a ler livros infantis com estorinhas que  iam da fantasia a realidade, a professora cobrava em uma prova basicamente a interpretação, em casa eu preferia as revista em quadrinhos e meus colegas na escola também. Nos últimos anos do ensino fundamental e no ensino médio nos deparamos com a literatura e foi então que me deparei com o algo chato e que fazia apenas por que era cobrado.
Com o tempo descobri que não precisa devorar romances para ser um leitor, meu estilo se da pelo que gosto, revistas, jornais, assuntos diversos e adoro filosofia. 

DALMO DE CASTRO MORAES

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No antigo ginasial que ia do sexto ao nono ano, li vários livros a pedido da professora de português, entre eles poderia citar: O cachorrinho samba, O cachorrinho samba na floresta, O mistério do cinco estrelas, A ilha perdida, O menino do dedo verde, A montanha encantada, entre outros. Foi muito bom para aquela época, hoje estamos na era da velocidade, a resposta tem que está a poucas paginas, dentro de um livro tem que ter vários livros.

EDEN CARLOS DE SOUZA

Quando criança nunca fui muito de ler. Meus inesquecíveis professores do fundamental I liam uma obra em cada bimestre, como relata Nilton J. Machado, a professora lia, contava, e nós escrevíamos após o que entendíamos. Não me esqueço do livro Cem Noites Tapuias - Série Vaga lume. Me sentia um tapuia, minha mente galgava naquele depoimento de lindas palavras e estrofes. Ainda assim, lia quando necessário e para as provas. Na faculdade, perdemos horas e horas com lemas, corolários definições e demonstrações tão abstratas que às vezes me sentia um bixo em primeiro dia de aula com aquela divertida aula trote praticada pelos veteranos. Agora, depois que comecei a lecionar leio muito mais, pois fui concurseiro e li quase tudo já em matéria de concurso. Já escrever, gosto muito e preciso sempre estar treinando o português, matéria que nunca foi muito de meu agrado e feitio. É isso aí! 

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